segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Luta contra Belo Monte

Por Herivelto Quaresma
texto originalmente publicado na revista Consciência.net

Um movimento com diversos artistas, entre produtores, atores e cineastas, se uniu na luta contra a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Segundo o manifesto, que está pedindo apoio de todos os brasileiros, o objetivo é “evitar mais um desastre ambiental de proporções gigantescas”.
“Pedimos vossa atenção para ouvir os argumentos da população do Xingu, dos ambientalistas, técnicos e cientistas verdadeiramente empenhados em achar soluções para o desenvolvimento sustentável do Brasil”, afirma o documento, endereçado à presidenta Dilma Rousseff e ao presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT/RS).




É a Gota D' Água +10 from Movimento Gota d' Agua on Vimeo.
O manifesto, que já tem entre os seus apoiadores Bruno Mazzeo e Cissa Guimarães, denuncia os “discursos ambientalistas de palanque” do governo federal, pedindo o “avanço na direção de uma discussão verdadeira em prol de políticas alternativas de geração de energia sustentável”, capazes de gerar a “energia necessária ao desenvolvimento do país, sem arruinar um ecossistema dessa magnitude.”

O pedido é pela interrupção imediata das obras de Belo Monte e a abertura de um amplo debate, de modo a convocar os brasileiros a “refletir e a opinar sobre qual modelo de progresso estão dispostos a perseguir, cientes das consequências de suas escolhas.”

O movimento, denominado Gota D’Água, possui um site e perfis nas principais redes sociais: www.movimentogotadagua.com.br

Além dos artistas, a iniciativa conta com a parceria do principal movimento de resistência comunitária, o Xingu Vivo, e do Movimento Humanos Direitos, que possui entre seus membros Camila Pitanga, Chico Diaz, Dira Paes, Letícia Sabatella, Marcos Winter, Osmar Prado e Wagner Moura, entre outros.
Acompanhe um dos vídeos promocionais da campanha pela ampliação do debate sobre a Usina Belo

Monte e o manifesto na íntegra clicando aqui.

A campanha já conta até com o apoio do humorista Paulo Gustavo (@paulogustavo31), que utiliza sua personagem da série “Absurdos” para ironizar a construção da hidrelétrica:

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Diabetes: Cirurgia é alternativa de tratamento para pacientes com sobrepeso



Congresso em Gramado (RS) reuniu especialistas sobre o tema
Na semana em que os olhos do mundo se voltam para o Diabetes, membros da Abeso (Associação Brasileira de Estudo para a Obesidade e Síndrome Metabólica) revelam que procedimentos cirúrgicos para o controle da doença em pacientes com elevado grau de obesidade pode também apresentar bons resultados em indivíduos de IMC inferior a 35. Esse tipo de terapia recebeu consenso favorável de médicos brasileiros no III Congresso Panamericano para Tratamento do Diabetes Melittus Tipo 2, realizado em Gramado (RS) – em total afinidade com as resoluções da International Diabetes Federation (IDF).

Segundo o endocrinologista e membro da Abeso, Alfredo Halpern, há três técnicas disponíveis no Brasil para tal finalidade, afora uma quarta ainda em fase avançada para aprovação (a interposição ileal). Em alguns casos, a medida pode ainda ser aplicável a pacientes com IMC menor que 30. De acordo com o médico os procedimentos mais empregados no controle do diabetes são bypass gástrico, gastrectomia vertical e cirurgia de derivação biliodigestiva.

Dr. Halpern explica que três técnicas (Bypass, derivação biliodigestivo e interposição ileal) baseiam-se na estimulação do hormônio GLP1, responsável pela produção da insulina. O hormônio é gerado no íleo (parte final do intestino delgado) quando este entra em contato com os alimentos. As cirurgias aceleram esse contato, seja pela interposição de parte do íleo para o início do intestino delgado, seja pela passagem do alimento pelo tubo digestivo de maneira mais rápida.

O médico acrescenta que outra terapia, ainda em fase de teste, sem cirurgia, utiliza-se de uma manga (uma espécie de tubo flexível de 60 cm) endoscópica para o controle do diabetes. Por não carecer de cirurgia, esse método apresenta-se muito promissor.

A vice-presidente da Abeso, Dra. Leila Batista Araújo ressalta que “não existe garantia de que a cirurgia vá reverter o diabetes. Deve-se discutir cada caso antes de indicar cirurgia nesta situação – lembrando que aqueles diabéticos obesos de menor duração, que produzem mais insulina, sem outras doenças associadas tem melhor resposta”.

Semana Rosa&Azul passa pelo Galeão e leva informação sobre prevenção do câncer de mama para mais de 250 pessoas


Evento promovido pela Azul em parceria com a Femama e Embraer leva informação e conscientização sobre a doença em nove aeroportos de importantes cidades do País
A segunda edição da Semana Rosa&Azul, evento promovido pela Azul Linhas Aéreas Brasileiras em parceria com a Embraer e a Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama), passou hoje pelo Aeroporto Tom Jobim - Galeão, no Rio de Janeiro, e levou informação sobre a prevenção do câncer de mama para mais de 100 pessoas. As pessoas receberam folhetos e ouviram depoimentos e orientações das voluntárias da Femama.
O evento, que tem apoio da Infraero, contou ainda com a aparição da aeronave cor de rosa da Azul e da tripulação 100% feminina. A Rosa&Azul, como foi batizada, foi pintada com a cor que representa a luta mundial contra o câncer de mama para simbolizar a parceria da companhia, da Embraer e da Femama para o combate à doença, que mata aproximadamente 30 mulheres por dia no Brasil.
As ações acontecem de 21 a 25 de novembro em aeroportos de nove cidades: Goiânia, Porto Alegre, Belo Horizonte (Confins), Rio de Janeiro, Curitiba, Maringá, Campinas, Palmas e Florianópolis.
Para receber fotos da aeronave, mande um email para imprensa@voeazul.com.br
Números da Doença
O INCA – Instituto Nacional de Câncer estima que este ano cerca de 50 mil mulheres vão ter câncer de mama no país, sendo que o Rio de Janeiro é o estado brasileiro com o maior número de casos da doença, seguido pelo Rio Grande do Sul e São Paulo. Conforme informações da ONG americana Susan G. Komen for the Cure, a cada 24 segundos é diagnosticado um caso de câncer de mama no mundo. A cada 68 segundos, uma mulher morre devido a esta doença.

Segundo a estimativa do INCA, a incidência do câncer de mama em 2011, nas cidades em que vai passar o Road Show da Azul, deve ser a seguinte:
- Goiânia (GO): 360 novos casos da doença/ano;
- Porto Alegre (RS): 1.040 novos casos da doença/ano;
- Belo Horizonte (MG): 950 novos casos da doença/ano;
- Rio de Janeiro (RJ): 4.010 novos casos da doença/ano;
- Curitiba (PR): 730 novos casos da doença/ano;
- Maringá (PR): * INCA não possui esse dado específico (Paraná: 2.990 novos casos da doença/ano);
- Campinas (SP): INCA não possui esse dado específico (O Estado de São Paulo tem 15.080 novos casos da doença/ano e a Capital paulista 5.760 casos);
- Palmas (TO): INCA não possui esse dado específico (Tocantins possui 120 novos casos da doença/ano);
- Florianópolis (SC): 130 novos casos da doença/ano.

Sobre a Azul
Com quase três anos de operações, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras conecta 40 destinos - 39 cidades, com 300 vôos diários. Somando-se às oito linhas de ônibus, são 45 cidades brasileiras conectadas pela companhia. A Azul já ultrapassou a marca de mais 12 milhões de clientes transportados desde sua fundação. Atualmente opera uma frota de 33 jatos modelo 190 e 195 da Embraer e 8 ATR 72-200 e 1 ATR 72-600. O papel da empresa é estimular o tráfego aéreo e dinamizar a economia brasileira por meio de uma equação tão simples de entender quanto difícil de imitar: preços baixos com alta qualidade de serviços.

Sobre a FEMAMA
É uma associação civil, sem fins lucrativos, que busca reduzir os índices de mortalidade por câncer de mama no Brasil. Está presente em 16 estados brasileiros e no Distrito Federal, por meio de 53 entidades associadas, atuando na articulação de uma agenda nacional única para influenciar a formulação de políticas públicas de atenção à saúde da mama.

Sobre Embraer
A Embraer S.A. (NYSE: ERJ; BM&FBOVESPA: EMBR3) é uma empresa líder na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos e uma das maiores exportadoras brasileiras. Com sede em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, mantém escritórios, instalações industriais e oficinas de serviços ao cliente no Brasil, China, Estados Unidos, França, Portugal e Singapura. Fundada em 1969, a Embraer projeta, desenvolve, fabrica e vende aeronaves e sistemas para os segmentos de aviação comercial, aviação executiva e defesa e segurança. A Empresa também fornece suporte e serviços de pós-vendas a clientes em todo o mundo. Em 30 de setembro de 2011, a Embraer contava com 17.204 empregados – número que não inclui funcionários das subsidiárias não-integrais – e possuía uma carteira de pedidos firmes a entregar de USD 16 bilhões.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Pão de Araruta Não Contém Gluten Não Contém Lactose Não Contém Ovo

Fonte: http://nocontemgluten.blogspot.com/2011/10/pao-de-araruta-nao-contem-gluten-nao.html?spref=tw 

 


Pão de Araruta Não Contém Gluten Não Contém Lactose Não Contém Ovo
Ingredientes :

  • 1 1/2 xícara de farinha de arroz
  • 1/2 xícara de araruta
  • 1/2 xícara de polvilho doce
  • 2 colheres de sopa de psyllium dissolvidas em 1/2 xícara de água
  • 1/4 de xícara de óleo
  • sal
  • 1 colher de sopa de linhaça
  • 1 colher de sopa de fermento em pó biológico + 2 colheres de sopa de fécula de batata + 1 colher de sopa de açúcar
Modo de Preparo :
Prepare o fermento com 1 hora de antecedência. É só misturar a fécula de batata, o açúcar e o fermento e um pouquinho de água morna. Pode ser na vasilha em que for fazer a massa. Cubra com um plástico ou pano úmido.
fermento depois de uma hora
Após 1 hora, acrescente os demais ingredientes e misture bem. Caso fique muito grudenta, polvilhe um pouco mais de farinha de arroz.
Modele ao seu gosto e coloque na forma em que vai assar.
Deixe crescer (pode se dentro do forno mesmo). E leve ao forno para assar.
Quentinho é uma delícia!!!
Araruta
Bom Apetite!!!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Crianças e Animais


Crianças que convivem com animais domésticos se tornam adultos mais saudáveis e mais sensíveis.
Os animais quando são tratados adequadamente (com vacinação, vermifugação, alimentação adequada e controle de pulgas e carrapatos além de higiene correta) não oferecem nenhum perigo aos nossos filhos.
É importante divulgarmos esta informação para eliminar ao máximo o preconceito contra os animais conviverem com crianças.
Animal e criança são tudo de bom e podem se tornar amigos inseparáveis.
Divulgue esta causa!
Antonieta Lima



Kids and Pets - Adorable
 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Melhore a Qualidade de Vida com Alimentos Funcionais

Se você está pretendendo perder alguns quilinhos, melhorar a pele, o cabelo etc..., muito melhor do que buscar soluções mágicas como o regime dos N dias, ou dieta da Lua, do Sol ou, melhor é conhecer um pouco a respeito dos alimentos funcionais.

Segundo a Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais ( SBAF ), os alimentos funcionais não curam doenças, ao contrário dos remédios. Eles apresentam componentes ativos capazes de reduzir o risco de certas doenças.
Ainda segundo a SBAF “Alimento funcional é aquele alimento ou ingrediente que, além das funções nutricionais básicas, quando consumido como parte da dieta usual, produz efeitos metabólicos e/ou fisiológicos e/ou efeitos benéficos à saúde, devendo ser seguro para consumo sem supervisão médica. A eficácia e segurança desses alimentos deve ser assegurada por estudos científicos.”
Os estudos e pesquisas sobre alimentos funcionais são inúmeros e por traz de tais estudos estão universidades e pesquisadores de reconhecida competência.
Visitando o site do SBAF você encontrará detalhada informação sobre tópicos como:
Mas se existem os alimentos funcionais, que auxiliam e protegem a nossa estrutura orgânica, existe o inverso, ou seja, os alimentos que aceleram o processo degenerativo do organismo, aceleram o envelhecimento, engordam e contribuem para prejudicar a qualidade de vida, a auto estima e trazem muitos outros problemas.
Abaixo seguem dois LINKS imperdíveis sobre os alimentos funcionais, mas a Internet está repleta de informações super valiosas sobre eles.
Se você, como muitos, passa longe de uma alimentação saudável e natural, não se preocupe, trilhar uma opção saudável de vida, é como falar inglês, pode-se começar bem devagar, como o início do aprendizado do verbo TO BE, comece devagar e vá acelerando aos poucos, você verá que assim como no Inglês a fluência virá com o tempo.

V Seminário sobre Ética e Direito Animal - USP - São Paulo

Alcool e a Cirrose Hepática. Alcool no organismo da mulher

Você sabia que 4 doses de alcool diáriamente, durante 10 anos, é suficiente para causar cirrose.

Esse tempo pode ser abreviado dependendo de outros comprometimentos e estilo vida.
Existe laboratório que recomenda às pessoas beberem alcool diarimente para auxiliar na circulação sanguínia.
Sim, doses moderadas de alcool podem ser benefícas.
Mas nunca isso deve ser usado para justificar a ingestão contínua do alcool.

Em Wikipidia vemos:

" a cirrose é o resultado de um processo crônico de destruição e regeneração com formação de fibrose. Nessa fase da hepatopatia, a capacidade regenerativa do fígado é mínima. "

Vejam mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cirrose_hep%C3%A1tica

Outros efeitos do alcool  nos organismos:

Fonte: http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/etanol2.htm





EFEITOS DO ÁLCOOL - DOSE DADA EM mg etanol/100 ml de sangue
DOSE EFEITO DO ETANOL
40   início da embriaguez ou do estado de euforia
150   intoxicação grave
300   coma alcoólica
500   morte por insuficiência respiratória
Segundo a Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo e Médicos, os efeitos do álcool (Etanol) sobre um indivíduo com 70 kg de peso, podem ser descritos como se segue:

EFEITOS DO ÁLCOOL
DOSE (g/l) EQUIVALENTE EFEITOS
0,2 a 0,3 1 copo cerveja, 1 cálice peq.vinho, 1 dose uísque ou de outra bebida destilada As funções mentais começam a ficar comprometidas. A percepção da distância e da velocidade são prejudicadas.
0,31 a 0,5 2 copos cerveja, 1 cálice grande de vinho, 2 doses de bebida destilada O grau de vigilância diminui, assim como o campo visual. O controle cerebral relaxa, dando a sensação de calma e satisfação.
0,51 a 0,8 3 ou 4 copos de cerveja, 3 copos de vinho, 3 doses de uísque Reflexos retardados, dificuldades de adaptação da visão a diferenças de luminosidade; superestimação das possibilidades e minimização de riscos; e tendência à agressividade.
0,81 a 1,5 grandes quantidades de bebida alcoólica Dificuldades de controlar automóveis; incapacidade de concentração e falhas de coordenação neuromuscular.
1,51 a 2 grandes quantidades de bebida alcoólica Embriaguez, torpor alcoólico, dupla visão.
2,1 a 5 grandes quantidades de bebida alcoólica Embriaguez profunda.
> 5 grandes quantidades de bebida alcoólica Coma alcoólico.





No organismo das mulheres o alcool é devastador. Vejam abaixo:

Fonte: http://www.medinforme.com/mulher-x-alcool/



  • Doença cardiovascular: 2 ou 3 drinques por dia aumenta o risco de pressão alta em 40%, bem como a probabilidade de derrame cerebral. Nas mulheres que bebem mais do que 3 drinques por dia o risco de hipertensão duplica.
  • Fígado: o risco de cirrose nas mulheres é 3 vezes maior que nos homens. Além disso, mulheres que tomam de 28 a 41 drinques por semana (1 drinque = 1 copo de vinho = 1 lata de cerveja = 50 ml de bebida destilada) apresentam risco de cirrose 16 vezes maior do que o dos homens abstêmios! :-0
  • Câncer de mama: o álcool pode aumentar os níveis de estrogênio, que estimulam o câncer sensível aos hormônios, levando ao câncer de mama. Quanto maior o consumo, maior o risco!
  • Fator psicossocial: mulheres que abusam do álcool são mais sujeitas a agressões físicas, além disso, muitas convivem com parceiros que também exageram na bebida. Problemas familiares são mais comuns entre essas mulheres.
  • Osteoporose: É, até os ossos sofrem! Mulheres com menos de 60 anos que tomam de dois a seis drinques por dia têm risco maior de fratura de colo de fêmur e de antebraço, segundo pesquisas.

terça-feira, 26 de julho de 2011

ALUMÍNIO: ÚTIL E MORTAL


Dr. Sérgio Teixeira

Se seu cabelo está caindo, desconfie do alumínio.
Este metal, quando está excessivo no organismo, provoca grande oleosidade no couro cabeludo, que vai sufocar a raiz dos cabelos.
Usar xampus contra a oleosidade ajuda, mas se você não eliminar a causa, vai perder muito cabelo. Muitas vezes a queda de cabelos vem acompanhada de dormências ou formigamentos quando se fica na mesma posição (com as pernas cruzadas, por exemplo).
Além dos seus cabelos, todo seu organismo está sendo prejudicado: o alumínio deposita-se no cérebro, causando o mal de Alzheimer (esclerose mental precoce) e expulsa o cálcio dos ossos, produzindo a osteoporose.
Este cálcio vai se depositar em outros lugares, produzindo bursite, tártaro nos dentes, bico de papagaio, cálculos renais...
E também vai para dentro das suas artérias, estimulando a pressão alta e a possibilidade de isquemias cardíacas (infarto), cerebrais (trombose) e genitais (frigidez e impotência).

Para o Dr. MauroTarandach, da Sociedade Brasileira de Pediatria, está bem claro o papel do alumínio nas doenças da infância, graças ao avanço da biologia molecular no que tange ao papel dos oligoelementos na fisiologia e na patologia.
Os sintomas clínicos da intoxicação por alumínio nas crianças, além da hiperatividade e da indisciplina, são muitos: anemia microcítica hipocrômica refratária ao tratamento com ferro, alterações ósseas e renais, anorexia e até psicoses, o que se agrava com a continuidade da intoxicação.
No Rio de Janeiro, pesquisa realizada pelo Dr. Sérgio Teixeira, membro da Sociedade Brasileira de Medicina Biomolecular, através do mineralograma (análise dos metais presentes no organismo mediante a espectrometria dos cabelos humanos) revelou uma média próxima de 17 vezes acima do normal nos 3.000 pacientes estudados durante três anos, entre crianças e adultos de ambos os sexos.
Esse estudo, publicado em seu livro Medicina Holística - a Harmonia do Ser Humano, da Editora Campus (1998) demonstra bem a importância que o mineralograma teve para a medicina.
Atualmente o Dr. Sérgio Teixeira utiliza a biorressonância para avaliar o nível do alumínio e outros metais. O método é muito menos dispendioso, podendo ser utilizado no consultório ou na casa do paciente.
E como é que o alumínio entra no organismo? Através das panelas de alumínio, por exemplo, que vêm sendo proibidas em muitos países do mundo.
Na Itália, famosa por seus restaurantes, nenhum deles pode usar essas panelas, devido à proibição do governo italiano.
É que as panelas de alumínio contaminam a comida intensamente.

Para você ter uma idéia: pesquisa da Universidade do Paraná demonstrou que as panelas vendidas no Brasil deixam resíduos de alumínio nos alimentos que vão de 700 a 1.400 vezes acima do permitido.
Isso só ao preparar a comida. Se esta ficar guardada na panela por algumas horas, ou de um dia para o outro, este valor pode triplicar ou quintuplicar.
Viu por que vale a pena trocar de panelas? Mas não é só. Sabe as latinhas de refrigerantes e cervejas, hoje tão difundidas no Brasil? Pesquisa do Departamento de Química da PUC demonstrou que elas não são fabricadas de acordo com os padrões internacionais.
Em conseqüência, seu refrigerante predileto pode conter quase 600 vezes mais de alumínio do que se estivesse na garrafa.
E além do alumínio, foram demonstrados pelo mesmo estudo mais 12 outros metais altamente perigosos para a saúde nessas latinhas, como o manganês, que causa o mal de Parkinson, o cádmio, que causa psicoses, o chumbo, encontrado no organismo de muitos assassinos e outros.
Que tal? Prefira as garrafas, tá? Descoberto em 1809, o alumínio é um metal muito leve (só é mais pesado do que o magnésio) e já foi muito caro.
Naquela época, Napoleão III, imperador da França, pagou 150 mil libras esterlinas (mais ou menos 300 mil reais) por um jogo de talheres de alumínio.
Este metal tem espantosa versatilidade, sendo utilizado em muitas ligas metálicas. Depois do aço, é o metal mais usado no mundo, seja em panelas, embalagens aluminizadas, latas de refrigerantes e cervejas, antiácidos e desodorantes antitranspirantes, assim como vasilhames para cães e gatos comerem e beberem.
Nestes, pode causar paralisia dos membros posteriores que leva ao sacrifício precoce dos animais. Em suma, o alumínio é muito útil... porém mortal.
Dr. Sérgio Teixeira
R. Visc. Pirajá 608 s/609 Ipanema
Tels. 2259-2746 e 2259-2193

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Dia do Amigo

Muitos amigos
Amigos do dinheiro
Amigos da corrupção
Amigos da devastação da natureza
Amigos invejosos
Amigos ursos
Amigos de balção
Amigos de copo

Poucos amigos
Amigos reais
Que vibram e torcem por você
Amigos reais
Amigos de ideais
Amigos protetores
Poucos amigos
Amigos verdadeiros
Bichos amigos
Este é o dia de vocês

segunda-feira, 18 de julho de 2011

ÁLCOOL NÃO COMBINA COM TRÂNSITO E COM VIDA


Fonte : DETRAN
Os estudos mais recentes mostram que em 61% dos acidentes de trânsito, o condutor havia ingerido bebida alcoólica. Uma capacidade indispensável ao motorista é prejudicada pelo consumo de bebida alcoólica: a percepção. O condutor que insistir em se embebedar e depois dirigir, corre o risco de sofrer diminuição dos reflexos e terá predisposição a acidentes de todo o tipo – que podem ir de um tropeço a um acidente automobilístico.

Por isso, é muito importante que se tenha sempre em mente que BEBIDA E ÁLCOOL não combinam. É de mau gosto. É contra a vida. Sabe o que as estatísticas mostram como resultado dessa mistura? 28 mil mortos por ano e 199 mil feridos. Geralmente quem bebee acha que tem condições de dirigir pensa que o álcool não influencia em sua habilidade como motorista. É comum ouvir que a ingestão do álcool em doses determinadas não altera os efeitos psicológicos. Isso é falso pois muitas vezes o indivíduo ingere uma pequena dose e o efeito acaba sendo idêntico a ingestão de uma grande dosagem alcoólica.


EFEITOS DO ÁLCOOL NO ORGANISMO
Digestivos – gastrite, vômitos fáceis, hemorragia gástrica ou intestinal

Hepáticos- hepatite alcóolica, figado gorduroso, pele amarela, cirrose hepática.

Respiratórios- laringe, bronquite, efisema pulmonar, falta de ar ao falar ou subir escadas

Cardíacos- doença do miocárdio com alterações circulatórias sob os efeitos tóxicos do álcool, aumenta o trabalho cardíaco, provoca o aumento dos batimentos cardíacos.

Neurológicos- lesão etílica cerebral, diminuição da coordenação motora, delírios e confusão mental, inflamações dos nervos, doenças dos músculos, demência progressiva, falta de apetite, diminuição da glicose sanguínea, inflamação do pâncreas.
Punições para quem dirige embriagado

sábado, 16 de julho de 2011

Sustentabilidade como oportunidade empresarial

Fonte: EcoRenova.com.br

Sabemos que o tema sustentabilidade permeia a nossa realidade. No início, muitos acharam que desenvolvimento e sustentabilidade não poderiam andar juntos, mas vimos que isso hoje é muito possível e é um sucesso, tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A cada dia, vemos uma nova tecnologia que se preocupa com o meio ambiente e com as pessoas, uma vez que empresas e consumidores passaram a enxergar que ser ambientalmente responsável não é um diferencial, mas algo essencial para a vida de hoje e do futuro. Investir em sustentabilidade é uma oportunidade de bons negócios.

Como muitos consumidores descobriram que é bom agir e pensar de maneira sustentável, empresas que já experimentaram desenvolver produtos sustentáveis ou usar tecnologias que diminuem os impactos no meio ambiente tiveram o reconhecimento de seus esforços. Isso se reflete no retorno garantido, uma vez que cerca de 58% dos brasileiros consideram a sustentabilidade na hora de comprar um produto e 25% se dispõem a pagar mais por produtos sustentáveis, dados esses divulgados pela Accor em abril deste ano.
Se pensamos que tudo o que precisávamos já foi criado, ainda há muita coisa por vir. Com o rápido desenvolvimento das tecnologias verdes, podemos esperar novidades muito promissoras e empresários dispostos a usá-las em seus empreendimentos.


Importante: EcoRenova é uma empresa inovadora que está introduzindo no mercado um produto verde e extremamente inovador. Com seus produtos a limpeza, desengraxamento, lavagem em geral incluindo louças, poderão ser efuatuadas sem uso de produtos agressivos ao meio ambiente. O desempenho do produto é incrível. Atualmente a empresa está avançando com seus produtos na área industrial, porém acaba de lançar uma linha para uso doméstico com produtos que não agridem o meio ambiente.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

As vantagens da lecitina de soja


Foto de lecitina de soja
Você já ouviu falar nos benefícios da soja e como hoje existem diversos produtos à base de soja como leite, carne.

Mas hoje vamos falar  sobre as vantagens da lecitina de soja, que muitos já ouviram falar mas que não têm idéia das maravilhas que pode fazer para combater o colesterol ruim entre outras coisas.


Colina: “A Mais Nova Vitamina”. Embora os cientistas de nutrição conheçam a Colina há anos, somente hoje os pesquisadores estão entendendo o quanto essa vitamina é essencial. A colina tem sido chamada “a mais nova vitamina”. A Academia Nacional de Ciências (NAS), dos EUA, a reconheceu como um nutriente essencial em 1998. É o único componente dietético na categoria de vitamina a ser reconhecido como tal. A NAS recomenda que os homens consumam 550 mg por dia, e as mulheres, 425 mg. A colina pode afetar positivamente o desenvolvimento cerebral – incluindo a memória por toda a vida – saúde cardiovascular, função hepática e desenvolvimento reprodutivo.

Poder Mental.
A lecitina pode ajudar você a parar de perder as chaves do carro? Pesquisas científicas têm demonstrado que a lecitina e colina podem melhorar a memória, especialmente a perda moderada de memória associada com o envelhecimento. A lecitina e outros compostos contendo colina podem incrementar a memória em adultos normais, especialmente os indivíduos com função relativamente fraca de memória. A lecitina pode ajudar a reduzir os “momentos de perda temporária de memória” mediante alimentos fortificados com colina.

Ajuda o Coração. Como a doença cardíaca é a principal causa de mortes de homens e mulheres, a lecitina é outra maneira da natureza nos ajudar a manter nosso coração saudável. A lecitina tem vários papéis na saúde cardíaca, incluindo a redução dos níveis de colesterol total e LDL. A colina fornecida pela lecitina pode ajudar a reduzir altos níveis de homocisteína no sangue – que podem estar associados a danos nas artérias.

Saúde do Fígado. Os cientistas sabem há algum tempo que a lecitina e colina são essenciais para a função e saúde hepática. Até mesmo algumas semanas com uma dieta deficiente em colina resulta em um fígado gordo, que pode levar a cirrose e/ou câncer do fígado. Além de fornecer colina, a lecitina também parece proteger diretamente o fígado contra a cirrose decorrente do consumo excessivo de álcool.

Desenvolvimento fetal e infantil.
A colina é considerada importante no desenvolvimento cerebral e mental do feto e da criança. No desenvolvimento fetal, a colina é transportada favoravelmente através da placenta, da corrente sangüínea da mãe para o feto, em uma proporção de 1:14. Da mesma forma, a concentração de colina no leite materno é 100 vezes maior que o nível na corrente sangüínea da mãe. Por essas razões, é recomendado um nível de ingestão mais alto para mulheres grávidas ou em lactação.

Por
que é importante a fortificação por Colina? A natureza incluiu altos níveis de colina em pouquíssimos alimentos. Muitos desses alimentos também têm alto teor de colesterol e gordura saturada – elementos dietéticos que os especialistas em saúde recomendam evitar. Embora o organismo possa sintetizar alguma colina, as pesquisas mostram que as pessoas não podem produzir toda a colina de que necessitam. Portanto, é essencial que você obtenha colina na sua dieta. Os especialistas em saúde acreditam que as dietas de muitas pessoas atualmente podem não estar fornecendo uma quantidade suficiente de colina. Uma razão para isso pode ser que os indivíduos estejam consumindo menos da maioria dos alimentos naturalmente ricos em colina à medida que reduzem a gordura e colesterol na dieta. Alimentos fortificados, como barras de cereais e bebidas, pães, e iogurtes com lecitinas ricas em colina, ajudarão a aumentar a ingestão total de colina dos indivíduos, ao mesmo tempo em que propiciem aos consumidores os benefícios de uma dieta mais saudável.

Fonte: Secretária de Recursos Humanos do Senado 

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Não a Belo Monte 19 Junho 2011


Não deixem de assistir a esse vídeo. A destruição que essa usina causará será devastadora. Vamos nos unir contra BELO MONTE pelos animais, pelos indios, pela floresta, pela vida!!!!!!!
Com: Cássia Kiss - Adriana Esteves - Marcos Pasquim & Paulo Vilhena.
Junte-se ao Movimento Brasil pelas Florestas. Venha celebrar a Vida e a Natureza!!!
Nosso próximo encontro será no vão do MASP na Av. Paulista as 14:30hs Domingo 19 Junho 
Agradecimentos especiais aos artistas que estão apoiando essa causa.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Proteína na dieta Vegan

Reed Mangels, Ph.D, R.D. (nutricionista)
De Vegetarian Resource Group

Resumo: É muito fácil, com a dieta vegan, atender às recomendações proteicas, contanto que a ingestão de calorias seja adequada. Não é necessário combinar estritamente as proteínas; é mais importante ter uma dieta variada durante todo o dia.

Alguns americanos são obcecados por proteína. Vegans são bombardeados com perguntas sobre suas fontes proteicas. Atletas costumavam comer grossos bifes antes das competições porque achavam que isso melhoraria seu desempenho. Vendem-se suplementos proteicos nas lojas de alimentos saudáveis.

Esta preocupação está equivocada. Embora seja claro que a proteína é um nutriente essencial, com muitas papéis fundamentais no funcionamento de nosso corpo, não precisamos de grande quantidade dela. Na verdade, precisamos de pequena quantidade de proteína. Somente uma caloria de cada dez que ingerimos precisa vir da proteína(1). O desempenho atlético na verdade é melhorado por uma dieta rica em carboidratos, e não em
proteínas(2). Os suplementos proteicos são caros, desnecessários e mesmo nocivos para algumas pessoas.

De quanta proteína precisamos? A RDA (ingestão diária recomendada) é de 8 décimos de grama de proteína a cada quilo de peso corporal(1). Esta recomendação inclui um fator de segurança generoso para a maioria das pessoas. Ao fazermos alguns ajustes para compensar o fato de algumas proteínas vegetais serem digeridas de forma um tanto diferente da proteína
animal e para contrabalançar o conteúdo em aminoácidos de algumas proteínas vegetais, chegamos ao nível de 1 grama de proteína por quilo de peso corporal.

Como os vegans ingerem várias fontes de proteína vegetal, a recomendação proteica para eles seria algo entre 0,8g e 1g de proteína por quilo. Se fizermos alguns cálculos veremos que a recomendação de proteína para vegans se aproxima dos 10% das calorias ingeridas que devem vir das proteínas. [Por exemplo, um homem vegan de 79kg entre 25 e 50 anos. Sua RDA é de 2900 calorias por dia. Sua necessidade proteica pode chegar a 79kg × 1g/kg = 79g de proteína. 79g de proteína × 4calorias/grama de proteína = 316 calorias de
proteína por dia. 316 calorias de proteína dividido por 2900 calorias = 10,1% de calorias oriundas de proteínas]. Se observarmos o que os vegans estão comendo, descobriremos que entre 10% e 12% das calorias vêm das proteínas(3). Isto contrasta com a ingestão de proteína dos não-vegetarianos, que fica por volta de 15% a 17%.

Assim, nos Estados Unidos parece que as dietas vegans costumam ter menos proteína que a dieta americana padrão. Mas é bom lembrar que, no caso da proteína, mais (do que a RDA) não é necessariamente melhor. O consumo de uma dieta muito rica em proteína não parece oferecer vantagens para a saúde. Dietas ricas em proteína podem até aumentar o risco de osteoporose(4) e de problemas renais(5).


Tabela 1: Amostra de cardápios que mostram como é fácil atender à necessidade de proteínas

Café da manhã Proteína (mg)
1 xícara de aveia 6
1 xícara de leite de soja 9
1 pãozinho 9
Almoço
2 fatias de pão integral 5
1 xícara de feijões cozidos 12
Jantar
150g de tofu firme 16
1 xícara de brócoli cozido 5
1 xícara de arroz integral cozido 5
2 colheres de sopa de amêndoas 3
Ceia
2 colheres de sopa de manteiga de amendoim 8
6 bolachas 2
TOTAL 80 gramas

Recomendação de consumo de proteína para um homem vegan 63-79 gramas [com base em 0,8-1 grama de proteína por quilo de peso corporal para um homem de 79 quilos]


Café da manhã
2 fatias de torrada integral 5
2 colheres de sopa de manteiga de amendoim 8
Almoço
1 xícara de iogurte de soja 12
2 colheres de sopa de amêndoas 3
1 batata assada 4
Jantar
1 xícara de lentilhas cozidas 18
1 xícara de triguilho cozido 6
Lanche
1 xícara de leite de soja 9
TOTAL 65 gramas

Recomendação de consumo de proteína para uma mulher vegan 50-63 gramas [com base em 0,8-1 grama de proteína por quilo de peso corporal para uma mulher de 63 quilos]

Devem-se adicionar mais alimentos a estes cardápios para fornecer a quantidade adequada de calorias e para atender à necessidade de outros nutrientes além da proteína.

A tabela 2 mostra a quantidade de proteína de vários alimentos vegans e também o peso em gramas de proteína em cada 100 calorias. Para atender às recomendações proteicas, o homem adulto médio vegan só precisa de 2,2g a
2,7g de proteína a cada 100 calorias, e a mulher adulta média vegan de 2,3g a 2,9g de proteína a cada 100 calorias. Estas quantidades recomendadas podem ser facilmente conseguidas em fontes vegans.


Tabela 2: Conteúdo de proteína de alguns alimentos vegans

ALIMENTO QUANTIDADE PROTEÍNA (g) PROTEÍNA (g/100cal)
Tempê 1 xícara 31 9,5
Seitan 120g 15-31 21,4-22,1

Feijão soja, cozido 1 xícara 29 9.6
Salsicha vegetariana 1 conjunto 8-26 13,3-20
Hambúrguer vegetariano 1 5-24 3,8-21,8
Lentilhas cozidas 1 xícara 18 7,8
Tofu, firme 120g 8-15 10-12,2
Feijão vermelho, cozidos 1 xícara 15 6,8
Feijão Lima, cozido 1 xícara 15 6,8
Feijão preto, cozido 1 xícara 15 6,3
Grão-de-bico, cozido 1 xícara 15 5,4
Feijão comum, cozido 1 xícara 14 6,0
Feijão fradinho, cozido 1 xícara 13 6,7
Feijão assado vegetariano 1 xícara 12 5,2
Quinoa (cereal andino), cozido 1 xícara 11 3,5
Leite de soja comercial, simples 1 xícara 3-10 3-12
Tofu, comum 120g 2-10 2,3-10,7
Ervilha cozida 1 xícara 9 3,4
Pão branco 1 médio (90g) 9 3,7
Proteína vegetal texturizada (PVT) cozida 1/2 xícara 8 8,4
Manteiga de amendoim 2 colheres de sopa 8 4,1
Espaguete cozido 1 xícara 7 3,4
Espinafre cozido 1 xícara 6 11,0
Iogurte de soja, simples 180g 6 6
Triguilho, cozido 1 xícara 6 3,7
Sementes de girassol 1/4 xícara 6 3,3
Amêndoas 1/4 xícara 6 2,8
Brócoli cozido 1 xícara 5 10,5
Pão de trigo integral 2 fatias 5 3,9
Castanha de caju 1/4 xícara 5 2,7
Manteiga de amêndoa 2 colheres de sopa 5 2,4
Arroz integral cozido 1 xícara 5 2,1
Batata 1 média (180g) 4 2,6

Fonte: USDA Nutrient Database for Standard Reference (Base de dados de nutrientes como padrão de referência), número 12, 1998 e informações dos fabricantes.

O consumo de proteína recomendado para homens vegans adultos é de 63g a 79g de proteína por dia; para mulheres vegans adultas, entre 50g e 63g por dia (ver o texto).

É muito fácil seguir a recomendação proteica com uma dieta vegan. Quase todos os legumes, feijões, cereais, nozes e sementes contêm alguma proteína, e muitas vezes contêm bastante proteína. Frutas, açúcares, gorduras e álcool
não fornecem muita proteína, e assim uma dieta baseada apenas nestes alimentos, com grande probabilidade, será pobre em proteína. No entanto, não conhecemos muitos vegans que vivam só de banana, doces, margarina e cerveja. Os vegans que seguem uma dieta variada que contenha legumes, feijões, cereais, nozes e sementes raramente terão dificuldade para conseguir proteína suficiente, contanto que sua dieta contenha energia (calorias)
suficientes para manter o peso. [Consultar nas seções sobre Gravidez, Aleitamento e Bebês e Crianças mais detalhes sobre a necessidade de proteína nestas épocas especiais.]

A Tabela 3 mostra a quantidade de proteína em alguns alimentos de origem animal. Muitos destes alimentos são ricos em proteína, tão ricos que seria difícil ficar abaixo do limite superior sugerido para a ingestão de proteína, que é, para adultos, de 4,5g por 100 calorias(6). A dieta vegan variada pode fornecer proteína em quantidade adequada, mas não excessiva.


Tabela 3: Conteúdo de proteína de alguns alimentos de origem animal

ALIMENTO QUANTIDADE PROTEÍNA (g) PROTEÍNA (g/100cal)
Galinha assada 90g 28 17,98
Carne de porco assada 90g 25 11,4
Bife de alcatra 90g 24 11,4
Linguado, assado 90g 21 20,6
Carne moída magra cozida 90g 20 8,9
Leite de vaca 1 xícara 8 5,1
Queijo Cheddar 30g 7 6,2
Ovo 1 grande 6 8,4
Fonte: USDA Nutrient Database for Standard Reference, número 12, 1998.

A RDA de proteína para homens adultos é de 63g por dia; para mulheres adultas, 50g diárias. Recomenda-se a média de não mais que 4,5g de proteína por 100 calorias(6).

Uma porção de 30g de carne ou peixe é pequena, mais ou menos do tamanho da palma da mão de uma mulher adulta.

E a combinação ou complementação de proteínas? Isso não tornaria muito mais complexo o caso da proteína? Vamos dar uma olhada nos antecedentes do mito da complementação de proteínas. A proteína é feita de aminoácidos, descritos muitas vezes como tijolos. Na verdade, temos necessidade biológica de
aminoácidos, e não de proteínas. Os seres humanos não podem fabricar nove dos vinte aminoácidos mais comuns, e por isso eles são considerados essenciais. Em outras palavras, precisamos recebê-los na dieta. Precisamos
dos nove aminoácidos para que nosso corpo fabrique proteína.

Ovos, leite de vaca, carne e peixe foram chamados de proteína de alta qualidade(1). Isto significa que contêm grande quantidade de todos os aminoácidos essenciais. Soja, quinoa (cereal nativo dos Andes) e espinafre
também são considerados fontes de proteína de alta qualidade. Outras fontes proteicas de origem não-animal costumam ter todos os aminoácidos essenciais, mas a quantidade de um ou dois deles pode ser pequena. Por exemplo, os cereais têm pouca lisina (aminoácido essencial) e as leguminosas têm menos metionina (outro aminoácido essencial) do que as fontes proteicas ditas de alta qualidade.

Frances Moore Lappe, em seu livro Diet for a Small Planet(7) (Dieta para um Pequeno Planeta) defendia a combinação de um alimento pobre em certo aminoácido com outro que contivesse grande quantidade daquele mesmo aminoácido. Este processo acabava ficando muito complicado, já que nele cada refeição tinha porções específicas de certos alimentos para chegar a uma mistura favorável de aminoácidos. Muita gente foi desencorajada pela complexidade desta abordagem. Na verdade, Lappe foi excessivamente conservadora para evitar críticas do "Grupo Dominante da Nutrição". Depois ela rejeitou a combinação estrita de proteínas, e disse: "Para combater o
mito de que comer carne é a única forma de conseguir proteína de alta qualidade, reforcei outro mito. Dei a impressão de que, para conseguir proteína suficiente sem carne, era necessário muito cuidado na escolha dos alimentos. Na verdade, é muito mais fácil do que eu pensava."(8)

Recomendamos a ingestão de vários cereais não-refinados, leguminosas, sementes, nozes, legumes e verduras durante todo o dia, para que, caso algum alimento seja pobre em determinado aminoácido essencial, outro alimento cubra este deficit(9,10).

Mesmo que você só coma um tipo de alimento, sem a variedade típica da dieta vegan, provavelmente receberá quantidade suficiente de proteína e aminoácidos essenciais. Lembre-se de que quase todas as fontes proteicas de
origem não-animal contêm todos os aminoácidos essenciais. Você só precisaria comer quantidade bastante da fonte de proteína (caso haja apenas uma fonte de proteína na sua dieta) para suprir a necessidade de aminoácidos
essenciais. A Tabela 4 (ver abaixo) mostra a quantidade de vários alimentos que um homem adulto teria de ingerir caso só usasse uma única fonte alimentar para atender às suas necessidades proteicas. As mulheres precisariam de cerca de 20% menos de cada alimento, devido à quantidade menor recomendada para mulheres.


Tabela 4: Quantidade de alimentos capaz de fornecer o total recomendado de aminoácidos essenciais

8 xícaras de milho cozido OU 8 batatas médias OU meio quilo de tofu OU 6 xícaras de arroz integral cozido

Qualquer dos alimentos acima, ingerido no total indicado, forneceria a quantidade recomendada para um homem adulto de todos os aminoácidos essenciais. As mulheres precisariam de mais ou menos 20% menos de cada alimento, devido à quantidade menor recomendada para elas. Este conceito é ilustrado abaixo:


Alimento Tri Tre Iso Leu Lis Met+Cis Fen+Tir Val
8 xícaras de milho 304 1744 1744 4704 1856 1264 3680 2512
8 batatas 584 1360 1504 2232 2264 1056 3024 2104
1/2 quilo de tofu 642 1685 2042 3133 2715 1096 7766 2081
6 xícaras de arroz integral 384 1104 1278 2496 1152 1044 2694 1770
RDA p/ homem adulto de 80kg 296 553 790 1106 948 1027 1106 790

Fonte: Composition of Foods, USDA Handbook 8.

A quantidade de aminoácidos está expressa em miligramas. Tri = Triptófano,
Tre = Treonina, Iso = Isoleucina, Leu = Leucina, Lis = Lisina, Met+Cis =
Metionina + Cisteína, Fen+Tir = Fenilalanina + Tirosina, Val = Valina


Notas bibliográficas

1. Food and Nutrition Board, National Research Council: Recommended Dietary Allowances, 10ª ed. Washington, DC: National Academy Press, 1989.

2. Bergstrom J, Hermansen L, Hultman E, Saltin B. Diet, muscle glycogen and physical performance. Acta Physiol Scan 1967; 71: 140-150.

3. Messina M, Messina V. The Dietitian's Guide to Vegetarian Diets. Gaithersburg, MD: Aspen Publishers, 1996.

4. Kerstetter JE, Allen LH. Dietary protein increases urinary calcium. J Nutr 1990; 120: 134-136.

5. Dwyer JT, Madans JH, Tumbull B, et al. Diet, indicators of kidney disease, and later mortality among older persons in the NHANES I epidemiologic follow-up study. Am J Public Health 1994; 84: 1299-1303.

6. Committee on Diet and Health, Food and Nutrition Board: Diet and Health. Implications for Reducing Chronic Disease. Washington, DC: National Academy Press, 1989.

7. Lappe FM. Diet for a Small Planet. New York: Ballantine Books, 1971.

8. Lappe FM. Diet for a Small Planet, 10th anniversary edition. New York: Ballantine Books, 1982.

9. Young VR, Pellett PL. Plant proteins in relation to human protein and amino acid nutrition. Am J Clin Nutr 1994; 59 (suppl):1203S-1212S.

10. Position of The American Dietetic Association: Vegetarian diets. J Am Diet Assoc 1997; 97: 1317-1321.

11. Kies C. Bioavailability: A factor in protein quality. J Agric Food Chem 1981; 29: 435-440.

Este artigo foi publicado pela primeira vez no livro Simply Vegan: Quick Vegetarian Meals (Simplesmente Vegan: Refeições rápidas vegetarianas), de Debra Wasserman. Seção sobre nutrição a cargo do nutricionista Reed Mangels, Ph.D. (ISBN 0-931411-20-3)

Tradução: Beatriz Medina

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Doe Orgãos



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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Toxina botulínica é oferecida gratuitamente para fins terapêuticos em São Paulo

A toxina botulínica tipo A já está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para quem sofre de certos tipos de disfunção muscular. Pacientes com sequelas de acidente vascular cerebral (“derrame”), paralisia cerebral e outras doenças relacionadas à contração muscular excessiva (chamada “distonia” ou “espasmo”) podem ser tratados, gratuitamente, com essa substância, que demonstrou bons resultados em diversos estudos clínicos internacionais, por isso está incorporada em várias diretrizes terapêuticas. O SUS, e também boa parte dos planos privados de saúde, cobre, para fins terapêuticos, o custo da substância no Brasil. Segundo especialistas, a toxina botulínica tipo A ajuda a reconduzir pacientes às suas atividades diárias, com melhoria no quadro geral de saúde.


A toxina é produzida a partir de um agente biológico e indicada para o relaxamento dos músculos afetados facilitando sua recuperação motora. A aplicação é um procedimento minimamente invasivo, e feito em consultórios ou hospitais, por meio da injeção de pequenas doses nos músculos afetados. O intervalo de uso da toxina botulínica tipo A pode variar entre três e seis meses, de acordo com o problema e a resposta de cada paciente. A aplicação obedece a critérios médicos bem definidos para que haja sucesso no tratamento.


Se comparado aos métodos convencionais isolados, o uso dessa substância, combinado à fisioterapia intensiva, é mais eficaz e acelera a recuperação dos pacientes que têm disfunções musculares. “A toxina botulínica tipo A é uma medicação que pode ser utilizada para controlar os sintomas de doenças que causam contração muscular excessiva, tais como distonias (reações involuntárias que alteram o movimento ou a postura normal) ou casos de paralisia com rigidez muscular, como ocorre na maior parte dos acidentes vasculares cerebrais. Nesses casos, a toxina é capaz de reduzir essas contrações anormais, melhorar muito os sintomas dos pacientes, promovendo mais qualidade de vida”, explica o Dr. Vitor Tumas, chefe do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP).


Tratamento multidisciplinar
A toxina botulínica tipo A para fins terapêuticos está disponível no Estado de São Paulo nos centros de referência, tais como a Rede Lucy Montoro, uma rede de reabilitação que conta com 17 unidades entre capital e interior, atendendo 200 mil pacientes por mês. Outro exemplo é o Lar Escola São Francisco, na cidade de São Paulo, com 17 mil atendimentos mensais. Os dois centros de reabilitação, além de usar a toxina botulínica, contam com um programa multidisciplinar para diagnóstico e acompanhamento de pacientes com deficiência física.


A toxina botulínica em casos de AVC e paralisia cerebral
O acidente vascular cerebral (AVC) pode ser isquêmico (por privação do sangue) ou hemorrágico (por hemorragia intracraniana) e a contratura muscular excessiva (“paralisia espástica”) é uma sequela comum em ambos os casos. A toxina botulínica atua beneficiando os pacientes, por aliviar a contratura muscular. Estima-se que, no Brasil, o AVC atinja dois milhões de pessoas por ano. Nos Estados Unidos(1), a doença afeta de 1,5% a 4% da população adulta do país, resultando em custos anuais equivalentes a 100 bilhões de reais. Pelo menos 30% dos pacientes vítimas de AVC terão sequelas motoras significativas, que podem limitar a locomoção e atividades diárias, comprometer a higiene, causar dor e impactar a qualidade de vida não só da pessoa, mas também dos cuidadores e do restante da família.


A paralisia cerebral (PC) atinge cerca de 1,5 a cada 1.000 nascidos vivos em países desenvolvidos. Só no Brasil(2), a cada ano, mais de 20 mil crianças sofrem com a PC. O problema afeta as funções motoras do paciente de uma forma não progressiva e não contagiosa, durante ou após a gravidez. Mais de 70% dos casos de PC são do tipo espástica - ou seja, envolvem a contração muscular anormal e exagerada de membros e tronco. O prognóstico depende bastante do grau da lesão e da precocidade com que a terapia de reabilitação é instituída. O uso da toxina botulínica também pode auxiliar na melhoria no quadro geral da saúde dos pacientes com PC. Quando não reabilitada, a criança geralmente tem um prognóstico desfavorável, com risco de incapacidade significativa, com custo, ao longo da vida, estimado em cerca de 1,5 milhão de reais por paciente.

Sobre Dysport ®
A Ipsen é detentora da marca Dysport®, a toxina botulínica tipo A (500U), licenciada desde 1999 pelo Laboratório Biosintética (adquirida pela Aché em 2005). Dysport® tem comercialização autorizada no Brasil e é administrada diretamente pelo Grupo Ipsen desde 2009. Dysport® tem indicação para tratamentos neurológicos e é utilizado para várias finalidades, principalmente para paralisia cerebral e problemas neurológicos decorrentes de acidente vascular cerebral. Dysport® é um importante medicamento usado especialmente por neurologistas e fisiatras. Dysport® também está indicado em medicina estética para o tratamento de rugas faciais e hiperidrose (suor excessivo). O Grupo Ipsen estabeleceu uma parceria mundial com a Galderma, na área estética, para promover e distribuir Dysport®. Ele é utilizado no Reino Unido desde 1991, e possui licença de comercialização em 76 países para uso terapêutico e em 27 países para uso estético.


Sobre o Grupo Ipsen
O Ipsen é um grupo que atua em inovação farmacêutica global, produzindo mais de 20 produtos especializados para o mercado mundial. Conta com uma equipe mundial de cerca de 4.500 colaboradores. Possui, como estratégia de desenvolvimento, uma combinação de medicamentos especiais em várias áreas terapêuticas (oncologia, endocrinologia, neurologia e hematologia) e produtos de cuidados primários. A empresa tem quatro centros de Pesquisa e Desenvolvimento (Paris, Boston, Barcelona e Londres) e possui um grupo de pesquisadores altamente qualificado. Mais de 800 pessoas em Pesquisa & Desenvolvimento se dedicam à descoberta de medicamentos inovadores. Esta estratégia é apoiada também por uma política ativa de parcerias do Grupo Ipsen. Em 2009, foram investidos cerca de €200 milhões (20% das vendas consolidadas), enquanto o faturamento total foi de € 1 bilhão. O Grupo Ipsen tem ações negociadas na Euronext Paris (código de estoque: IPN, código ISIN: FR0010259150), tem partes elegíveis para o "Serviço de Règlement Différé" (SRD) e ainda faz parte do índice 120 SBF. Mais informações no portal www.ipsen.com

terça-feira, 3 de maio de 2011

Fragmentos



Sou fragmento do vento.
Que acaricia a face,
Que desalinha o cabelo,
Que sopra sem cessar,
Que muda com o tempo,
Que se agita e destroi,
Que tomba a embarcação,
Que uiva nos morros,
Que assusta aos tolos.
Sou fragmento do vento,
Sou sopro de vida,
Dos pulmões para as narinas.
Sou fragmento do mar,
Com águas salgadas,
Com calmarias intensas,
Com tempestades de arrasar,
Com ondas imensas.
Sou fragmento do mar,
Com brisas refrescantes,
Com marés carinhosas,
Sou fragmento do mar.
Que me corre nas veias,
Que excreto nos poros,
Que transbordo nas lágrimas.
Sou fragmento de ti,
Que como o vento e o mar,
Acaricia,
Agita,
Assusta,
Acalma e
Refresca
Como o vento e o mar,
Es parte de mim.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Excelente vídeo sobre hipertensão

Para combater a hipertensão:

Elimine o junk food ( refrigerantes, bolachas , embutidos, alimentos processados, e outras porcarias), substitua por alimentos funcionais.
Faça exercícios físicos.
Reduza o sal.
Perca peso.
Combata o stress.
Movimente-se.
Dance.
Ria.
Seja feliz.

Assista esse vídeo!!!

Hospital Alemão Oswaldo Cruz inaugura Centro de Hipertensão

Além do novo Centro, Hospital oferece palestra gratuita de orientação à população em comemoração ao Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial

O Hospital Alemão Oswaldo Cruz acaba de inaugurar o Centro de Hipertensão, voltado para o atendimento integrado de pacientes portadores de hipertensão arterial e suas complicações. Coordenado pelo dr. Luiz Aparecido Bortolotto e formado por uma equipe médica especializada na área de hipertensão arterial (cardiologistas e nefrologistas), além de enfermeiros e nutricionistas, o Centro permite um atendimento global do paciente hipertenso, com orientações direcionadas para o diagnóstico, fatores de risco e modos de tratamento da doença.


O Centro tem como objetivo ser referência no tratamento de hipertensão arterial, incluindo os casos de hipertensão arterial resistente, na qual há maior dificuldade em se obter o controle adequado, e hipertensão arterial secundária, cujo diagnóstico pode proporcionar a cura da hipertensão ou seu melhor controle e que tem dentre suas causas doenças da glândula supra-renal e da tireóide, apneia obstrutiva do sono e doenças vasculares dos rins.


Por meio de questionários e exames diagnósticos apropriados, o Centro de Hipertensão pode identificar as principais causas da falta de controle da pressão arterial e individualizar o tratamento. O novo Centro trabalhará, sempre que necessário, com outras equipes do Hospital, como as de Hemodinâmica, Urologia e Pneumologia, para tratamentos específicos.


No dia 03 de maio (terça-feira), em comemoração ao Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial, o Hospital oferecerá também a palestra gratuita “Hipertensão Arterial: desvendando os mistérios de uma doença silenciosa”, ministrada pelo dr. Bortolotto para orientar a população.


No Brasil, a hipertensão arterial atinge cerca de 30% da população adulta, ou seja, quase 35 milhões de pessoas. A maioria dos hipertensos desconhece ser portador da doença, e um percentual significativo dos hipertensos não faz controle apropriado (fonte: Vigitel, 2010).

Serviço
Palestra “Hipertensão Arterial: desvendando os mistérios de uma doença silenciosa”
Data: 03 de maio de 2011 (terça-feira)
Local: Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Rua Treze de Maio, 1815
Auditório – 14º andar do bloco B
Horário: 15h30

terça-feira, 26 de abril de 2011

Hoje é o dia nacional de combate à hipertensão

A hipertensão mata mais 500.000 brasileiros por ano, fora o prejuizo imenso à qualidade de vida e custos enorme gerados.
Maus hábitos alimentares, vida sedentária, excesso de alimentos processados e diversos outros fatores contribuem para o avanço dessa epidemia.
Abaixo segue ótimo material extraido do site do ministério da saúde.





26/04/2011 , às 12h30

Fonte:http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&

Hipertensão arterial atinge 23,3% dos brasileiros


 Estudo do Ministério da Saúde mostra que a proporção aumenta com a idade, atingindo mais de 50% das pessoas com mais de 55 anos
Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que a proporção de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial aumentou nos últimos cinco anos, passando de 21,6%, em 2006, para 23,3%, em 2010. Em relação ao ano passado, no entanto, o levantamento aponta recuo de 1,1 ponto percentual – em 2009, a proporção foi de 24,4%.

Os dados fazem parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e foram divulgados nesta terça-feira (26), Dia Nacional da Prevenção e Controle da Hipertensão Arterial. O Vigitel é realizado anualmente, desde 2006, pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (NUPENS/USP). Em 2010, foram entrevistados 54.339 adultos, nas 26 capitais e no DF.

De acordo com a pesquisa, o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres (25,5%) do que em homens (20,7%). Nos dois sexos, no entanto, o diagnóstico de hipertensão arterial se torna mais comum com a idade, alcançando cerca de 8% dos indivíduos entre os 18 e os 24 anos de idade e mais de 50% na faixa etária de 55 anos ou mais de idade.

O estudo aponta que a associação inversa entre nível de escolaridade e diagnóstico é mais marcada na população feminina: enquanto 34,8% das mulheres com até oito anos de escolaridade referem diagnóstico de hipertensão arterial, a mesma condição é observada em apenas 13,5% das mulheres com doze ou mais anos de escolaridade.

“Existe uma certa estabilidade no número de hipertensos no país, em torno de 25%, considerando a população geral. Mas essa proporção dobra entre as pessoas acima dos 50 anos. Outra questão importante é o acesso à atenção primária, que justifica essa diferença entre homens e mulheres, ou seja, elas buscam mais os serviços de saúde do que eles”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

CAPITAIS – A variação entre as capitais é de 13,8%, em Palmas, a 29,2%, no Rio de Janeiro. Nos homens, as maiores frequências foram observadas no Distrito Federal (28,8%), Belo Horizonte (25,1%), e Recife (23,6%); e as menores, em Palmas (14,3%), Boa Vista (14,6%) e Manaus (15,3%).

Entre mulheres, os maiores percentuais foram no Rio de Janeiro (33,9%), Porto Alegre (29,5%) e João Pessoa (28,7%); e os menores, em Palmas (13,2%), Belém (17,4%) e Distrito Federal (18,1%).

TRATAMENTO – Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente todas as classes de medicamentos necessários para o controle da hipertensão arterial. O programa Aqui Tem Farmácia Popular também ampliou a gratuidade de medicamentos para hipertensos. Hoje, são mais de 15 mil farmácias e drogarias conveniadas ao programa.

Além disso, os serviços de saúde e as equipes de Saúde da Família (o Brasil conta atualmente com 31.974 equipes) estão orientados e capacitados para atuar na prevenção da hipertensão.

Essas equipes utilizam um nonograma (instrumento de medida), que facilita e agiliza a identificação da classificação de risco dos pacientes portadores de hipertensão arterial. Uma vez identificado o grau do risco, a equipe básica pode fazer o atendimento e encaminhamento adequado do paciente.

AÇÕES – O governo federal vem investindo nas ações de promoção da saúde, para prevenção e controle da hipertensão. No último dia 7 de abril, o Ministério da Saúde e as associações que representam os produtores de alimentos processados firmaram termo de compromisso para reduzir o sal nos alimentos industrializados. O acordo estabelece um plano de redução gradual na quantidade de sódio presente em 16 categorias de alimentos, começando por massas instantâneas, pães e bisnaguinhas.

Também no dia 7 de abril, foi lançado o programa Academia da Saúde, iniciativa para promover hábitos saudáveis e estimular a promoção da saúde na população. O programa prevê a implantação de infraestruturas com espaços para a realização de atividades individuais e coletivas, e equipamentos para alongamentos e outras práticas físicas e de lazer, com a orientação de profissionais qualificados. As informações sobre como os municípios podem participar, envio de propostas e repasses dos recursos serão divulgadas em breve em Portaria do Ministério da Saúde.

HIPERTENSÃO – A pessoa é considerada hipertensa quando a pressão arterial é igual ou superior a 14 por 9. A doença é causada pelo aumento na contração das paredes das artérias para fazer o sangue circular pelo corpo. Esse movimento acaba sobrecarregando vários órgãos, como coração, rins e cérebro. Se a hipertensão não for tratada, algumas das complicações são: entupimento de artérias, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto.

Percentual de adultos (≥ 18 anos) que referem diagnóstico médico de hipertensão arterial, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e Distrito Federal*

 
 
Sexo
Capitais / DF
Total (%)
Masculino (%)
Feminino (%)
Aracaju
22,0
19,2
24,3
Belém
17,5
17,6
17,4
Belo Horizonte
25,5
25,1
25,9
Boa Vista
18,8
14,6
22,9
Campo Grande
23,5
22,1
24,7
Cuiabá
22,0
19,2
24,6
Curitiba
23,0
20,8
24,9
Florianópolis
20,8
18,7
22,6
Fortaleza
21,1
19,7
22,2
Goiânia
21,5
20,0
22,9
João Pessoa
25,4
21,4
28,7
Macapá
19,4
16,9
21,7
Maceió
24,3
20,3
27,6
Manaus
18,1
15,3
20,6
Natal
22,1
18,6
25,0
Palmas
13,8
14,3
13,2
Porto Alegre
25,5
20,7
29,5
Porto Velho
18,3
17,8
18,9
Recife
24,9
23,6
25,9
Rio Branco
23,0
19,6
26,2
Rio de Janeiro
29,2
23,6
33,9
Salvador
21,2
17,9
23,9
São Luís
18,0
16,1
19,5
São Paulo
22,9
19,7
25,8
Teresina
21,0
17,0
24,3
Vitória
24,5
22,1
26,5
Distrito Federal
23,1
28,8
18,1
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra VIGITEL à distribuição da população adulta da cidade no Censo Demográfico de 2000 (ver Aspectos Metodológicos).




Percentual de indivíduos que referem diagnóstico médico de hipertensão arterial no conjunto da população adulta das capitais dos estados brasileiros e Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade*. VIGITEL, 2010.

 
 
Sexo
Variáveis
Total (%)
Masculino (%)
Feminino (%)
Idade (anos)
 
 
 
18 a 24
8,2
7,2
9,1
25 a 34
10,0
9,4
10,5
35 a 44
18,7
17,9
19,5
45 a 54
35,8
34,2
37,2
55 a 64
52,8
48,1
56,5
65 e mais
60,2
53,0
64,7
Anos de escolaridade
 
 
 
 0 a 8
30,0
24,4
34,8
 9 a 11
15,3
14,7
15,8
12 e mais
16,2
19,1
13,5
Total
23,3
20,7
25,5

Por Alethea Muniz – Ascom/MS
(61) 3315-3580/6246




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